Olá, queridos leitores do blog! Espero que estejam bem!
Na aula da disciplina de Tecnologias Digitais no Ensino (11/05), retomamos nossas discussões sobre o PBL 8, voltado para os softwares no ensino STEAM. Durante a aula, refletimos sobre como essa abordagem busca integrar diferentes áreas do conhecimento Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática de maneira mais dinâmica e conectada às situações do cotidiano.
Um ponto que me marcou bastante foi a fala do professor Fernando sobre a necessidade de nos aprofundarmos mais nas leituras e nos problemas propostos do que propriamente no artefato tecnológico produzido. Muitas vezes acabamos dando mais atenção ao artefato que iremos utilizar e esquecemos de pensar no objetivo pedagógico e nas aprendizagens que queremos proporcionar aos estudantes.
Além disso, iniciamos o PBL 9, que aborda o design de atividades didáticas mediadas por tecnologia. A proposta nos levou a refletir sobre como planejar experiências de aprendizagem em que a tecnologia esteja realmente alinhada ao ensino, favorecendo interação, criatividade e participação dos estudantes. A partir do problema apresentado pela professora Helena, começamos a discutir possibilidades de reformulação de uma disciplina presencial com a incorporação de tecnologias digitais.
Nesse sentido, eu e meu grupo chegamos às seguintes questões para reflexão:
- De que maneira o design didático pode integrar momentos presenciais e digitais de forma intencional e sistemática?
- Qual seria a diferença entre sequência didática e design didático?
- Como redesenhar uma disciplina presencial com o uso de tecnologias digitais de modo pedagogicamente coerente, acessível e articulado aos objetivos de aprendizagem?
A aula trouxe discussões importantes para pensarmos o planejamento pedagógico para além do uso técnico dos artefatos digitais, considerando principalmente as intencionalidades presentes no processo de ensino e aprendizagem.
Como atividade da semana, fomos desafiados a elaborar, de forma colaborativa, um framework visual voltado ao design de atividades mediadas por tecnologias digitais. Para isso, poderíamos utilizar ferramentas colaborativas como Miro, Padlet, Jamboard, entre outras plataformas digitais que favorecem a construção coletiva.
Até a próxima postagem!
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