Olá, queridos leitores do blog! Como vocês estão?
Na aula de ontem (04/05), retomamos o PBL 7 – Interfaces Digitais e Interatividade, em que discutimos esses conceitos e como eles são aplicados na prática. Além disso, realizamos uma postagem em nosso blog sobre o que aprendemos com esse PBL.
Durante a discussão, o professor trouxe a seguinte problematização: por que os estudantes preferem utilizar o WhatsApp, e não os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA)?
Sob a ótica do senso comum, muitas respostas apontam para a praticidade, a interface simples e o caráter mais informal do WhatsApp. No entanto, essa questão nos leva a uma reflexão importante: o WhatsApp não é um ambiente oficial e institucionalizado para a comunicação nas universidades, enquanto os AVAs são. Um exemplo disso é que, ao solicitar a entrega de trabalhos via WhatsApp, o professor ou a professora corre o risco de perder esses documentos, que poderiam estar registrados e organizados em um canal institucional e formal.
Em seguida, iniciamos o PBL 8, voltado para softwares no ensino STEAM. O objetivo da discussão inicial foi levantar o que já sabemos e construir nossas primeiras hipóteses sobre o problema.
Até então, eu conhecia o termo STEAM apenas por uma plataforma digital de jogos, mas não sabia da existência de uma abordagem educacional com esse mesmo nome. Após a leitura e a discussão, elaboramos as seguintes perguntas:
1- De que maneira a abordagem STEAM pode contribuir para a redução da evasão escolar e para o aumento do ingresso de estudantes do gênero feminino?
2- A implementação efetiva da abordagem STEAM exige uma reestruturação curricular? Em que medida essa mudança se faz necessária?
3- Quais critérios devem orientar a seleção de softwares educacionais nesse contexto?
A proposta da semana será realizar as leituras e, a partir disso, desenvolver um chatbot educativo que responda às perguntas do PBL. Será uma experiência interessante!
Até a próxima postagem!
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