Olá, queridos leitores do blog!
Gostaria de compartilhar um pouco do que aconteceu na aula de ontem (25/05). A aula de Tecnologias Digitais no Ensino foi tomada pelos jogos! Esse PBL foi iniciado por mim e pelo meu colega Diogo. Como atividade de sistematização, pensamos na produção de um jogo analógico ou híbrido, e foi muito interessante observar como os colegas se entregaram à proposta. Em cada jogo, consegui perceber a dedicação, a criatividade e a compreensão de cada grupo sobre o tema trabalhado.
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| Momento de apresentação dos jogos |
Esse PBL me trouxe um novo olhar sobre a ludicidade. Na graduação, ouvimos falas tão engessadas como: “eu utilizo estratégias lúdicas na minha aula” ou “vamos deixar a parte lúdica para depois”. Muitas vezes, a ludicidade é vista apenas como um recurso ou como algo puramente infantil. Quando falamos em ludicidade, as pessoas logo remetem às brincadeiras infantis, às crianças e ao entretenimento.
Foi muito bonito perceber, nas postagens e apresentações dos meus colegas, que eles compreenderam exatamente o que os estudos buscavam provocar em nós. Após o momento de apresentação dos jogos, o PBL tomou um formato diferente. Em vez de reunir os grupos para discussão, o professor distribuiu post-its e pediu que escrevêssemos perguntas que gostaríamos de fazer para um consultor especialista em jogos. E, à medida que íamos escrevendo, podíamos pegar um Bis. Foi um momento leve, divertido e muito importante!
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| Momento da discussão com o professor |
Em seguida, demos início ao PBL 11 — Formação Docente para o uso crítico e inovador de Tecnologias — no qual formulamos as seguintes perguntas:
1. De que forma os professores formadores podem contribuir para que os professores em formação consigam ir além do uso passivo das tecnologias digitais?
2. Até que ponto as concepções e práticas metodológicas dos próprios professores influenciam a visão dos licenciandos sobre a incorporação crítica das tecnologias digitais?
3. De que maneira a universidade pode estabelecer e monitorar indicadores qualitativos, além da simples mensuração do acesso aos artefatos tecnológicos, para diagnosticar as concepções dos professores formadores e avaliar a real intencionalidade pedagógica com que integram a cultura digital em suas práticas de ensino?
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| Momento de Discussão do grupo |
A proposta da semana será elaborar, em grupo, um mapa cartográfico, e acredito que será uma experiência muito interessante!
Até a próxima postagem!



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